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Andrade Ribeiro
31 de janeiro

Como a neuroarquitetura pode melhorar os ambientes?

Como a neuroarquitetura pode melhorar os ambientes?

Você vai se impressionar em saber como o ambiente pode mudar sua forma de viver e de trabalhar!

Para compreender a relação entre um espaço construído e a vida das pessoas, é preciso conhecer o conceito de neuroarquitetura.

Trata-se de uma ciência que estuda os impactos das construções no dia a dia de seus usuários, e como elas podem lhes garantir bem-estar físico e mental.

Um exemplo disso é quando realizamos mudanças ou reformas em nossas moradias e locais de trabalho a fim de alterar nossas emoções, sentimentos e ações sobre esses ambientes.

Nas próximas linhas, você vai compreender melhor sobre a importância da neuroarquitetura. Acompanhe!

O conceito de neuroarquitetura

A neuroarquitetura é uma corrente inovadora que aplica os conhecimentos da neurociência (o estudo do sistema nervoso) à arquitetura.

Seu conceito foi criado pelo neurocientista Fred Gage e pelo arquiteto John P. Eberhard para entender como o ambiente físico influencia o funcionamento do cérebro. Ou seja, como o espaço construído altera os processos mentais em diferentes regiões cerebrais além da consciência.

A técnica faz sucesso em ambientes comerciais e residenciais, e sua busca cresceu 89% em 2020.

Quando colocada em prática, a neuroarquitetura auxilia na criação de projetos estratégicos que beneficiem o comportamento das pessoas, por exemplo, diminuindo a ansiedade, melhorando as noites de sono, aumentando a produtividade, dentre outras formas.

O funcionamento da neuroarquitetura

Através de exames, como a ressonância magnética e o eletroencefalograma, é possível observar como a neuroarquitetura atua no corpo humano, ativando certas regiões do cérebro por meio de técnicas da arquitetura.

Logo, sua aplicação ajuda a melhorar a qualidade de vida em ambientes construídos, sejam residenciais ou profissionais.

A neuroarquitetura nos empreendimentos Andrade Ribeiro

Nossa construtora utiliza técnicas da neuroarquitetura na concepção de projetos para criar ambientes mais humanizados e inteligentes.

Confira em cinco exemplos:

1. Cores

É fato que as cores causam influências no cérebro – por exemplo, quando a pintura de uma parede ou a cor de algum móvel muda o comportamento das pessoas em um local.

Tons vibrantes favorecem a criatividade; tons mais claros causam a sensação de amplitude e facilitam a concentração; já os tons escuros transmitem mais seriedade.

Entretanto, se usadas sem planejamento, as cores podem influenciar desfavoravelmente o comportamento dos indivíduos.

No Harmony Village, um pequeno bairro nobre fechado construído pela Andrade Ribeiro, todas as áreas comuns foram decoradas levando em conta paletas de cores que tornem a experiência das pessoas ainda mais prazerosa e agradável.

2. Layout

Os espaços que nos rodeiam e o tempo que permanecemos neles influenciam nossos hábitos. Por isso, é importante que o layout de um ambiente seja organizado para aprimorar emoções, sentimentos e ações.

A Praça do AR3000, por exemplo, é um espaço especialmente projetado por nossa construtora para favorecer o aumento da qualidade de vida a quem trabalha no edifício comercial.

Com um belo projeto paisagístico ao ar livre, mobiliários confortáveis e muito espaço, a proposta desse ambiente de descompressão é proporcionar uma rica vivência sensorial aos seus frequentadores – perfeita para uma pausa no trabalho.

3. Iluminação

A iluminação natural, quando bem utilizada, propicia sensação de positividade e animação. Outra vantagem é na economia de energia elétrica, valorizando áreas com entrada de luz natural.

Já a iluminação artificial contribui para melhorar a concentração das pessoas, com as lâmpadas frias (que podem ser estressantes se usadas exageradamente), e para proporcionar bem-estar, com as lâmpadas quentes (ótimas para espaço de descanso).

Outra contribuição é para quem possui insônia: é possível se beneficiar com uma iluminação que simule o ritmo cardíaco.

No Seventy Upper Mansion, a amplitude de nossas mansões suspensas, com 340 m² privativos, permite a entrada abundante de iluminação natural, coroada por uma vista panorâmica de tirar o fôlego.

4. Acústica

Os índices de ruído podem influenciar os níveis de concentração e humor das pessoas.

Levando isso em conta, a neuroarquitetura busca transformar o espaço para oferecer a melhor acústica, de acordo com o que os usuários precisam.

Por exemplo: um escritório não combina muito com um ambiente barulhento, da mesma forma como é difícil imaginar uma academia sem música.

Em nosso edifício comercial, o AR3000, utilizamos vidros com tecnologia “low-e” (“low emissivity”, ou “baixa emissividade” em português) que, dentre diversos benefícios, apresentam alto desempenho no isolamento acústico dos ambientes.

5. Vegetação

A convivência entre seres humanos e natureza faz toda a diferença na qualidade de vida. Estudos mostram que plantas dentro de casa ajudam a melhorar a qualidade do ar em até cinco vezes, refletindo diretamente na produtividade.

No Seventy Upper Mansion, elevamos essa experiência ao mais alto nível: construímos o empreendimento no centro de um bosque nativo preservado, o que proporciona aos moradores um contato diário com a calmaria e a beleza da vegetação.

Neuroarquitetura, Andrade Ribeiro e você: uma parceria bem-sucedida!

Nesse texto, mostramos como é mais agradável, funcional e positivamente impactante trabalhar ou morar em espaços construídos a partir das técnicas da neuroarquitetura.

A ciência é utilizada pela Andrade Ribeiro para tornar os ambientes melhores e, com isso, elevar a qualidade de vida.

Visite nossos empreendimentos e comprove pessoalmente!


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